sábado, 9 de maio de 2026

60º Dia Mundial das Comunicações

 

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE O PAPA LEÃO XIV
 60º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES (17 de maio 2026)

_______________________

Preservar as vozes e os rostos humanos

Queridos irmãos e irmãs!

O rosto e a voz são características únicas e distintivas de cada pessoa; manifestam sua identidade irrepetível e são o elemento constitutivo de todo encontro. Os antigos sabiam disso muito bem. Assim, para definir a pessoa humana, os antigos gregos usavam a palavra "rosto" ( prósōpon ), que etimologicamente indica aquilo que está diante do olhar, o lugar da presença e do relacionamento. O termo latino persona (de per-sonare ), por sua vez, inclui o som: não qualquer som, mas a voz inconfundível de alguém.

O rosto e a voz são sagrados. Foram-nos dados por Deus, que nos criou à sua imagem e semelhança, chamando-nos à vida com a Palavra que ele mesmo nos falou; uma Palavra que primeiro ressoou ao longo dos séculos nas vozes dos profetas, e depois se fez carne na plenitude dos tempos. Esta Palavra — esta comunicação que Deus faz de si mesmo — também nós pudemos ouvir e ver diretamente (cf. 1 Jo 1,1-3), porque se revelou na voz e no rosto de Jesus, o Filho de Deus.

Desde o momento da sua criação, Deus quis o homem como seu interlocutor e, como diz São Gregório de Nissa, [1] imprimiu no seu rosto um reflexo do amor divino, para que pudesse viver plenamente a sua humanidade através do amor. Preservar os rostos e as vozes humanas significa, portanto, preservar este selo, este reflexo indelével do amor de Deus. Não somos uma espécie constituída por algoritmos bioquímicos, definidos de antemão. Cada um de nós tem uma vocação insubstituível e inimitável que emerge da vida e se manifesta precisamente na comunicação com os outros.

A tecnologia digital, se não nos protegermos, corre o risco de alterar radicalmente alguns dos pilares fundamentais da civilização humana, que por vezes consideramos garantidos. Ao simular vozes e rostos humanos, sabedoria e conhecimento, consciência e responsabilidade, empatia e amizade, os sistemas conhecidos como inteligência artificial não só interferem nos ecossistemas de informação, como também invadem o nível mais profundo da comunicação: o das relações interpessoais.

O desafio, portanto, não é tecnológico, mas antropológico. Proteger rostos e vozes significa, em última análise, proteger a nós mesmos. Abraçar as oportunidades oferecidas pela tecnologia digital e pela inteligência artificial com coragem, determinação e discernimento não significa esconder de nós mesmos questões críticas, opacidades e riscos.  

Não desista do seu próprio pensamento.

Há muito tempo existem inúmeras evidências de que algoritmos projetados para maximizar o engajamento nas redes sociais — o que é lucrativo para as plataformas — recompensam emoções rápidas e penalizam expressões humanas mais demoradas, como o esforço para compreender e refletir. Ao confinar grupos de pessoas em bolhas de consenso fácil e indignação fácil, esses algoritmos enfraquecem a capacidade de ouvir e pensar criticamente, e aumentam a polarização social.

A isso se soma uma confiança ingenuamente acrítica na inteligência artificial como uma "amiga" onisciente, a dispensadora de todas as informações, o repositório de todas as memórias, o "oráculo" de todos os conselhos. Tudo isso pode corroer ainda mais nossa capacidade de pensar analiticamente e criativamente, de compreender o significado e de distinguir entre sintaxe e semântica.

Embora a IA possa fornecer suporte e assistência no gerenciamento de tarefas de comunicação, evitar o esforço do nosso próprio pensamento e optar pela compilação estatística artificial corre o risco de corroer nossas habilidades cognitivas, emocionais e de comunicação a longo prazo.

Nos últimos anos, os sistemas de inteligência artificial têm assumido cada vez mais o controle da produção de textos, músicas e vídeos. Grande parte da indústria criativa humana corre o risco de ser desmantelada e substituída pelo rótulo "Impulsionado por IA ", transformando as pessoas em meros consumidores passivos de pensamentos impensados, produtos anônimos, não autorizados e sem valor. Enquanto isso, as obras-primas do gênio humano na música, na arte e na literatura estão sendo reduzidas a meros campos de treinamento para máquinas.

A questão que nos interessa, porém, não é o que a máquina pode ou poderá fazer, mas o que nós podemos e poderemos fazer, crescendo em humanidade e conhecimento, com o uso sábio de ferramentas tão poderosas à nossa disposição. Os seres humanos sempre foram tentados a apropriar-se dos frutos do conhecimento sem o esforço do envolvimento, da pesquisa e da responsabilidade pessoal. Renunciar ao processo criativo e entregar nossas funções mentais e imaginação às máquinas, contudo, significa enterrar os talentos que recebemos com o propósito de crescer como pessoas em relação a Deus e aos outros. Significa esconder nossos rostos e silenciar nossas vozes.

Ser ou fingir: simulando relacionamentos e realidade

Ao navegarmos por nossos feeds de informação , torna-se cada vez mais difícil determinar se estamos interagindo com outros seres humanos ou com " bots " ou "influenciadores virtuais".  As intervenções opacas desses agentes automatizados influenciam debates públicos e as escolhas das pessoas. Os chatbots baseados em grandes modelos linguísticos (LLMs), em particular, estão se mostrando surpreendentemente eficazes na persuasão velada, por meio da otimização contínua de interações personalizadas. A estrutura dialógica, adaptativa e mimética desses modelos linguísticos é capaz de imitar sentimentos humanos e, assim, simular um relacionamento. Essa antropomorfização, que pode até ser divertida, também é enganosa, especialmente para os mais vulneráveis. Isso porque os chatbots excessivamente "afetuosos", além de estarem sempre presentes e disponíveis, podem se tornar arquitetos ocultos de nossos estados emocionais e, assim, invadir e ocupar as esferas privadas das pessoas.

A tecnologia que explora nossa necessidade de conexão pode ter consequências dolorosas não apenas para o destino dos indivíduos, mas também danificar o tecido social, cultural e político das sociedades. Isso acontece quando substituímos relacionamentos com outras pessoas por relacionamentos com inteligências artificiais treinadas para catalogar nossos pensamentos e, assim, construir um mundo de espelhos ao nosso redor, onde tudo é feito "à nossa imagem e semelhança". Dessa forma, permitimos que nos roubem a oportunidade de encontrar o outro, que é sempre diferente de nós e com quem podemos e devemos aprender a interagir. Sem abraçar a alteridade, não pode haver relacionamento nem amizade.

Outro grande desafio que esses sistemas emergentes apresentam é o viés, que leva à aquisição e transmissão de uma percepção alterada da realidade. Os modelos de IA são moldados pela visão de mundo daqueles que os constroem e podem, por sua vez, impor formas de pensar ao replicar os estereótipos e vieses presentes nos dados que utilizam. A falta de transparência no design dos algoritmos, aliada à representação social inadequada dos dados, tende a nos aprisionar em redes que manipulam nossos pensamentos e perpetuam e aprofundam as desigualdades e injustiças sociais existentes.

O risco é grande. O poder da simulação é tal que a IA pode até nos enganar, fabricando "realidades" paralelas e apropriando-se de nossos rostos e vozes. Estamos imersos em um mundo multidimensional, onde se torna cada vez mais difícil distinguir a realidade da ficção.

A isso se soma o problema da imprecisão. Sistemas que apresentam a probabilidade estatística como conhecimento, na verdade, nos oferecem aproximações da verdade, na melhor das hipóteses, que às vezes são puras "alucinações". A falta de verificação das fontes, combinada com a crise no jornalismo de campo, que exige coleta e verificação constantes de informações no local dos acontecimentos, pode criar um terreno ainda mais fértil para a desinformação, causando uma crescente sensação de desconfiança, confusão e insegurança.

Uma possível aliança

Por trás dessa enorme força invisível que nos envolve a todos, há apenas um punhado de empresas, aquelas cujos fundadores foram recentemente apresentados como os criadores da "pessoa do ano de 2025", ou seja, os arquitetos da inteligência artificial. Isso levanta sérias preocupações sobre o controle oligopolista de sistemas algorítmicos e de inteligência artificial capazes de influenciar sutilmente comportamentos e até mesmo reescrever a história da humanidade — incluindo a história da Igreja — muitas vezes sem que tenhamos plena consciência disso.

O desafio que temos pela frente não é deter a inovação digital, mas sim guiá-la, estar cientes de sua natureza ambivalente. Cabe a cada um de nós erguer a voz em defesa da humanidade, para que essas ferramentas possam ser verdadeiramente integradas por nós como aliados.

Essa aliança é possível, mas precisa ser baseada em três pilares: responsabilidadecooperação e educação.

Em primeiro lugar, a responsabilidade . Dependendo da função, ela pode ser definida como honestidade, transparência, coragem, visão, o dever de compartilhar conhecimento ou o direito de ser informado. Mas, em geral, ninguém pode se eximir da responsabilidade pelo futuro que estamos construindo.

Para aqueles que estão à frente de plataformas online, isso significa garantir que suas estratégias de negócios sejam guiadas não apenas pela maximização do lucro, mas também por uma visão de longo prazo que leve em consideração o bem comum, assim como cada um deles se preocupa com o bem-estar de seus filhos.

Os criadores e desenvolvedores de modelos de IA são obrigados a ser transparentes e socialmente responsáveis ​​em relação aos princípios de design e aos sistemas de moderação que sustentam seus algoritmos e modelos desenvolvidos, a fim de promover o consentimento informado entre os usuários.

A mesma responsabilidade recai também sobre os legisladores nacionais e os reguladores supranacionais, que são responsáveis ​​por assegurar o respeito pela dignidade humana. Uma regulamentação adequada pode proteger as pessoas do apego emocional aos chatbots e conter a disseminação de conteúdo falso, manipulador ou enganoso, preservando a integridade da informação contra simulações fraudulentas.

As empresas de mídia e comunicação, por sua vez, não podem permitir que algoritmos, determinados a vencer a batalha por alguns segundos extras de atenção a qualquer custo, prevaleçam sobre seus valores profissionais, que se concentram na busca pela verdade. A confiança pública é conquistada por meio da precisão e da transparência, não pela busca de qualquer tipo de engajamento. O conteúdo gerado ou manipulado por IA deve ser claramente identificado e diferenciado do conteúdo criado por humanos. A autoria e a propriedade intelectual do trabalho de jornalistas e outros criadores de conteúdo devem ser protegidas. A informação é um bem público. Um serviço público construtivo e significativo não se baseia na opacidade, mas na transparência das fontes, na inclusão das partes interessadas e em um alto padrão de qualidade.

Todos somos chamados a cooperar. Nenhum setor, sozinho, pode enfrentar o desafio de impulsionar a inovação digital e a governança da IA. Portanto, é preciso criar mecanismos de salvaguarda. Todas as partes interessadas — da indústria de tecnologia aos órgãos reguladores, das empresas criativas à academia, dos artistas aos jornalistas e educadores — devem estar envolvidas na construção e implementação de uma cidadania digital informada e responsável.

É para isso que a educação visa: aumentar nossa capacidade pessoal de reflexão crítica, avaliar a confiabilidade das fontes e os possíveis interesses por trás da seleção das informações que nos chegam, compreender os mecanismos psicológicos que as ativam, permitir que nossas famílias, comunidades e associações desenvolvam critérios práticos para uma cultura de comunicação mais saudável e responsável.

Precisamente por essa razão, torna-se cada vez mais urgente introduzir a alfabetização midiática, informacional e em inteligência artificial nos sistemas educacionais em todos os níveis, uma prática que algumas instituições civis já estão promovendo. Como católicos, podemos e devemos contribuir para garantir que as pessoas — especialmente os jovens — adquiram a capacidade de pensamento crítico e cresçam em liberdade espiritual. Essa alfabetização também deve ser integrada a iniciativas mais amplas de educação continuada, alcançando também os idosos e os membros marginalizados da sociedade, que muitas vezes se sentem excluídos e impotentes diante da rápida mudança tecnológica.

A alfabetização em mídia, informação e IA ajudará a todos a evitar a adaptação à tendência antropomórfica desses sistemas, e a tratá-los como ferramentas, sempre utilizando validação externa das fontes fornecidas pelos sistemas de IA — que podem ser imprecisas ou incorretas — e a proteger sua privacidade e dados, compreendendo os parâmetros de segurança e as opções de contestação. É importante educar e ser educado sobre como usar a IA intencionalmente e, nesse contexto, proteger a imagem (foto e áudio), o rosto e a voz, para evitar que sejam usados ​​para criar conteúdo e comportamentos prejudiciais, como fraudes digitais, cyberbullying e deepfakes , que violam a privacidade e a intimidade das pessoas sem o seu consentimento. Assim como a revolução industrial exigiu alfabetização básica para que as pessoas pudessem reagir às novidades, a revolução digital também exige alfabetização digital (juntamente com educação humanística e cultural) para entendermos como os algoritmos moldam nossa percepção da realidade, como os vieses da IA ​​funcionam, quais mecanismos determinam o aparecimento de certos conteúdos em nossos fluxos de informação ( feeds ) e quais são as premissas e os modelos econômicos da economia da IA ​​e como eles podem mudar.

Precisamos do rosto e da voz para expressar novamente a pessoa. Precisamos valorizar o dom da comunicação como a verdade mais profunda da humanidade, para a qual devemos também orientar toda inovação tecnológica.

Ao apresentar estas reflexões, agradeço a todos aqueles que trabalham para alcançar os objetivos aqui delineados e abençoo de coração todos aqueles que trabalham para o bem comum através dos meios de comunicação.

Do Vaticano, 24 de janeiro de 2026, memória de São Francisco de Sales

Papa LEÃO XIV

______________________________

[1] “O fato de ser criado à imagem de Deus significa que o homem, desde o momento da sua criação, foi impresso com um caráter real [...]. Deus é amor e a fonte do amor: o Criador divino também colocou este traço no nosso rosto, para que através do amor – um reflexo do amor divino – o ser humano possa reconhecer e manifestar a dignidade da sua natureza e a sua semelhança com o seu Criador” (cf. São Gregório de Nissa, A Criação do Homem : PG 44, 137).

terça-feira, 17 de março de 2026

ECA DIGITAL ENTRA EM VIGOR, a partir de 17 DE MARÇO

 

ECA DIGITAL ENTRA EM VIGOR, HOJE, 17 DE MARÇO

freepik
freepik

O ECA Digital (Lei 15.211/2025), em vigor em 17 março de 2026, é uma atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente. Estabelece regras rígidas de segurança para plataformas digitais. Impõe responsabilidades a redes sociais e jogos para proteger menores de 18 anos contra conteúdos impróprios, cyberbullying, exploração de dados e aliciamento, com foco em verificação de idade e controle parental.

O texto, que ficou conhecido como ECA Digital ou Lei Felca*, foi sancionado pelo presidente Lula em setembro 2025 e tinha prazo de seis meses para começar a vigorar.

As normas passam a valer para todo produto ou serviço digital que possa ser acessado por crianças ou adolescentes, independentemente do setor ou modelo de negócio.

O ECA DIGITAL estabelece as seguintes regras:

Verificação de Idade: As plataformas devem implementar sistemas de verificação eficazes, indo além da simples auto declaração, para restringir o acesso de crianças a conteúdos inadequados.
  • Exige que redes sociais ofereçam versões sem conteúdos proibidos ou publicidade direcionada e que contas de menores de 16 anos sejam vinculadas às de seus responsáveis.
  • Determina que marketplaces e aplicativos de entrega de bebidas alcoólicas, cigarros e produtos eróticos verifiquem a idade no cadastro ou no momento da compra e bloqueiem automaticamente o acesso de menores a itens proibidos.
  • Impõe que plataformas de apostas impeçam o cadastro e o acesso de crianças e adolescentes.
  • Obriga buscadores a ocultar ou sinalizar conteúdos sexualmente explícitos e a exigir verificação de idade para o desbloqueio.
  • Exige que provedores de conteúdo pornográfico adotem verificação de idade, proíbam a autodeclaração e removam contas identificadas como pertencentes a menores.
  • Determina que jogos eletrônicos com caixas de recompensa bloqueiem o acesso de menores ou ofereçam versões sem essa funcionalidade.
  • Estabelece que serviços de streaming cumpram a classificação indicativa e disponibilizem perfis infantis, mecanismos de bloqueio e ferramentas de controle parental.
  • Plataformas que têm mais de 1 milhão de crianças e adolescentes cadastrados devem enviar relatórios mostrando como apuraram denúncias e quais medidas de moderação de conteúdo foram adotadas.

*Lei Felca

São Paulo (SP), 13/08/2025 - Youtuber e influenciador digital Felipe Bressanim Pereira (Felca)  participa do Influent Summit 2025. Foto: Paulo Pinto/Agência
Vídeo do influenciador Felca trouxe o tema adultização para o debate e motivou aprovação do ECA Digital- Paulo Pinto/Agência Brasil

aprovação do ECA Digital ocorreu após o influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, publicar um vídeo, em agosto do ano passado, no qual denunciou perfis em redes sociais que usavam crianças e adolescentes para promover a sexualização de menores de 18 anos.

O vídeo de uma hora de duração alerta para os riscos de expor conteúdos impróprios para o público infanto-juvenil nas redes sociais e como os influenciadores lucravam com isso. Informalmente, o ECA Digital tem sido chamado também de Lei Felca.

A lei 15.211/2025 proíbe a monetização ou impulsionamento de qualquer conteúdo que retrate menores de forma sexualizada ou com linguagem adulta.


terça-feira, 24 de janeiro de 2023

"Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania"

 Campanha contra baixaria na TV divulga novo ranking de programas mais denunciados

A campanha "Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania" foi lançada em 2002 pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados para combater programas de TV que violam ética e direitos humanos. O objetivo é pressionar empresas anunciantes a retirarem patrocínio de programas de baixa qualidade.Histórico: A iniciativa surgiu na VII Conferência Nacional de Direitos Humanos e conta com o apoio de diversas entidades da sociedade civil.Ação: A campanha utiliza um ranking de denúncias para identificar programas que apelam para pornografia, violência e desrespeito à dignidade humana.Resultados: Em 2005, o programa Tardes Quentes (Rede TV), de João Kleber, foi retirado do ar temporariamente após denúncias, sendo a primeira vez que a campanha conseguiu tal efeito.

Foco

O foco é a fiscalização social sobre a programação televisiva, incentivando os telespectadores a denunciarem conteúdos problemáticos.

A campanha é contra a censura prévia, focando na responsabilização a posteriori dos conteúdos veiculados.


Campanha contra baixaria na TV divulga novo ... - CFESSA campanha “Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania” nasceu em 2002, fruto de deliberação da VII Conferência Nacional de Dir...

No último dia 6 de janeiro, a Coordenação Executiva da campanha “Quem financia a baixaria é contra a cidadania” divulgou o 18º ranking da baixaria na televisão. Parceiro do movimento desde outubro de 2009, o CFESS apoia a iniciativa, considerando essenciais ações que visem denunciar e coibir a veiculação, pelos meios de comunicação, de mensagens que firam direitos, especialmente presentes em programas humorísticos, quando disseminam ideias racistas, sexistas, machistas e contrárias à liberdade de orientação sexual, dentre outras violações.


Segundo a nova lista, o programa Pânico na TV, da RedeTV!, ficou em primeiro lugar, com 113 denúncias fundamentadas, a respeito de temas como exposição de pessoas ao ridículo, humor grotesco, excesso de nudez, palavras de baixo calão, dentre outros.  Em seguida, aparecem os programas Brasil Urgente e Se Liga Bocão, da mesma emissora, A Fazenda, da Rede Record e, por fim, Chumbo Grosso, também da RedeTV!. 

Ranking em 2010

De acordo com a Coordenação da campanha, desde a divulgação do último ranking, em maio de 2010, foram recebidas 892 denúncias de telespectadores, por meio do site (www.eticanatv.org.br) e do Disque-Câmara (0800-619619).


Vale ressaltar que, dos cinco primeiros programas que constam da lista recentemente divulgada, dois são reincidentes: o Pânico na TV  e o Se liga Bocão,  da TV Itapoan, afiliada da Rede Record de Televisão.


Segundo a coordenadora da Comissão de Comunicação do CFESS Kênia Augusta Figueiredo, o engajamento da entidade em movimentos como a campanha contra a baixaria na TV é fundamental, considerando que o CFESS atua em várias frentes em defesa dos direitos humanos e da ética. “A campanha compartilha dos princípios que norteiam a nossa atuação profissional e nossos compromissos ético-políticos em defesa de uma sociedade livre de todas as formas de opressão, discriminação e exploração”, reforça.




Saiba mais

A campanha “Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania” nasceu em 2002, fruto de deliberação da VII Conferência Nacional de Direitos Humanos, maior evento anual do setor no país. O objetivo foi criar um instrumento que promovesse o respeito aos princípios éticos e aos direitos humanos na televisão brasileira. Participaram da Conferência cerca de 1.500 pessoas, a grande maioria lideranças e militantes em direitos humanos. Muitos lutaram contra a censura no regime militar, e agora estão engajados na campanha para resgatar o significado contemporâneo da liberdade de expressão e de formação de uma opinião pública crítica baseada nos valores humanistas.


A campanha é uma iniciativa da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, em parceria com entidades da sociedade civil, destinada a promover o respeito aos direitos humanos e à dignidade do cidadão nos programas da televisão brasileira. As denúncias podem ser feitas pelo site da campanha (www.eticanatv.org.br) ou pelo Disque-Câmara (0800-619619)

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Retiro com Jesus Comunicador



1. Canto: Ó Trindade
 Letra: Ir. Mª Luíza Ricciardi / 
Música: Pe. Ronoaldo Pelaquim e Pe. Lucas de Paula Almeida 

Ó Trindade, vos louvamos, / vos louvamos pela vossa comunhão! / Que esta mesa favoreça, / favoreça nossa comunicação!

1 - Contra toda tentação da ganância e do poder, / nossas bocas gritem juntas / 
a Palavra do viver! (bis)

2 - Na montanha, com Jesus, no encontro com o Pai, / recebemos a mensagem: 
“Ide ao mundo e o transformai!”(bis)

3 - Deus nos fala na história e nos chama à conversão: / vamos ser palavras vivas proclamando a salvação! (bis)

4 - Vamos juntos festejar cada volta de um irmão / e o amor que nos acolhe,
restaurando a comunhão! (bis)

5 - Comunica quem transmite a verdade e a paz, / quem semeia a esperança
e o perdão que nos refaz. (bis)

2. Ressoar e comentar alguma expressão do canto


3. Motivação: Doc. 99 da CNBB - nº 58 -61 - Espiritualidade do comunicador

4. Preparação para ouvir a Palavra:
Canto: A Palavra está perto de ti, em tua boca, em teu coração  (Rm 10,8 )


5. Leitura da Palavra: o retrato de Jesus Comunicador
(Fl 2,5-11)

5 Tenham em vocês os mesmos sentimentos que havia em Jesus Cristo:

6         Ele tinha a condição divina, 
mas não se apegou a sua igualdade com Deus.

7         Pelo contrário, esvaziou-se a si mesmo, 
assumindo a condição de servo  e tornando-se semelhante aos homens. Assim, apresentando-se como simples homem,

8         humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz!

9         Por isso, Deus o exaltou grandemente, e lhe deu o Nome
que está acima de qualquer outro nome;

10        para que, ao nome de Jesus, se dobre todo joelho no céu, na terra e sob a terra;

11        e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, 

para a glória de Deus Pai.

(Momentos de ressonância para ir compondo a fotografia de Jesus Comunicador. Diante de uma imagem de Jesus ir colocando expressões que definem seu perfil).

Pode-se ajudar com as perguntas:
- Quem era Jesus? Sua condição.
- Qual foi o processo que ele usou para se comunicar?
- Qual o objetivo da comunicação de Jesus?

6. Canto: Jesus Cristo é o Senhor
Toda língua proclame Jesus Cristo é o Senhor
para a glória de Deus Pai, para a glória de Deus Pai. (Fl 2,11)


7. Juntos buscar outros textos bíblicos que definem quem é Jesus 


Cada um recebe uma citação e  lê em silêncio para depois partilhar:
Mt   13, 11-34  ( como Jesus se comunicava?)


Mt 5,1-28 (como e o que falava ao povo)

........................................

8. Meditação ( momentos individuais)

Reflexão individual:
1. Em que me pareço com Jesus comunicador? Minha identidade.
2. Em que posso melhorar?
3. Nosso grupo de Pascom pode se parecer mais com Jesus em: ............................

9. Oração
Adoração Eucarística  trazendo um símbolo de seu compromisso com Jesus Comunicador.

10. Conclusão


11. Canto: Ninguém jamais falou como este homem

Ninguém jamais falou como este homem (bis)

Ele fala como quem tem autoridade
Ele é o Cristo, o comunicador perfeito
A mensagem de Deus Pai.

*********************************************************************************************



sábado, 9 de dezembro de 2017

Assessoria de Imprensa e Marketing


A Assessoria de Imprensa ou Relacionamento com a mídia é a atividade responsável construção do relacionamento de uma Instituição junto à mídia.

O objetivo é tornar a Instituição  e seus produtos ou serviços conhecidos e reconhecidos.

O trabalho inclui a gestão de relacionamento com a imprensa e produção de informações com apelo noticioso como forma de atrair cobertura jornalistica para o tema  ou evento e conquistar espaço editorial espontâneo.  Este esforço é hoje complementado com o trabalho de relacionamento com influenciadores digitais e a metodologia de "Inbound".
Marketing "inbound"

"Bound"  é um termo utilizado para designar os sistemas que fazem uso intensivo de entrada (inbound) e saída (outbound).

A  expressão "bound" é bem simples de se entender. A sua tradução ao pé da letra é “ser/estar obrigado a” e seu significado real tem tudo haver com isso.

O Inbound marketing, em uma tradução literal para o português poderia ser chamado de ‘marketing de entrada’, mas também é entendido por algumas pessoas como ‘marketing de atração’ ou o ‘novo marketing.

Inbound marketing

O Inbound é uma estratégia que rompe com os antigos conceitos de marketing e traz uma nova visão de trabalho, que consiste em ganhar o interesse das pessoas e fazer com que seus potenciais clientes sejam localizados e se interessem.

O velho marketing, chamado de Outbound marketing, é aquela tática que conhecemos. Busca oferecer os seus produtos ou serviços para o público em geral. O Inbound faz exatamente o contrário, seu objetivo é atrair os potenciais clientes, fazer com que eles  encontrem você, se comunicar com eles, entender suas necessidades, ajudá-los e por fim, envolvê-los.


O papa Francisco compreendeu muito bem esta metodologia quando afirmou  que a verdadeira missão não é proselitista.

Ele nos recorda que a verdadeira missão não é proselitismo, mas atração para Cristo a partir da forte união com Ele na oração, na adoração e na caridade concreta.

O Inbound Marketing busca atrair e conquistar o público alvo, ou seja, aqueles que realmente tenham interesse nos serviços que a Instituição oferece. Ele não realiza ações para o público em geral, como o velho marketing fazia, ele foca seus esforços em atrair as pessoas certas.

Estratégia
O Inbound marketing possui como um de seus pilares o marketing de conteúdo, se concentrando na criação e compartilhamento de conteúdo de qualidade para trazer as pessoas certas para a sua instituição. Para isso, é preciso alinhar o conteúdo com os interesses do público-alvo, assim você atrai o tráfego de entrada e então, pode converter em leads,atrair e conquistar a fidelidade do cliente.

Em outras palavras, o Inbound marketing é a melhor maneira de transformar estranhos em clientes e promover um negócio. Pois, a sua metodologia é adaptada a atual situação de mercado e aos atuais hábitos de compra dos consumidores.


Passos

A estratégia de Inbound Marketing combina a criação de conteúdo com automação de marketing e possui uma metodologia baseada em quatro ações:
ATRAIR, CONVERTER, VENDER, FIDELIZAR

Todas essas etapas são feitas por meio de ações e técnicas integradas (uso dos canais DIGITAIS : site, blog, redes sociais, google, mídias sociais, e-mail marketing, etc), que são monitoradas por uma ferramenta, assim é possível mensurar e analisar os resultados, para que as táticas sejam aprimoradas continuamente.

Ao publicar o conteúdo certo no lugar certo, o marketing torna-se relevante e útil para seus clientes e não interruptivo. Assim, ele ganha a atenção dos potenciais clientes e conduz os consumidores para o seu site, através da geração de um conteúdo que o seu público-alvo considera relevante.
O Inbound marketing ajuda a consolidar uma marca e  aumenta o número de clientes..

Mídias a serem utilizadas

 Mídia própria

A mídia própria é composta pelo seu site, blog e páginas nas mídias sociais. É a forma mais econômica de se comunicar com seus clientes. Nela, você terá total liberdade editorial para dizer o que quiser. No entanto, empresas cujo tráfego orgânico ou número de seguidores são baixos, precisarão complementar sua comunicação com as outros tipos  de mídia.

Mídia paga

A mídia paga inclui todo tipo de publicidade, como links patrocinados, banners, anúncios, etc. Neste tipo de veiculação, o anunciante controla a mensagem a ser transmitida, bem como tem à disposição diversas possibilidades de segmentação para fazê-la chegar apenas ao seu público-alvo. 

Mídia ganha

As inserções na mídia que você emplaca por meio da sua reputação ou relevância de conteúdo. É composta por citações em espaço editorial da imprensa,  inbound links etc. Por tratar-se de uma veiculação conquistada, ela depende da aprovação de uma terceira parte (por exemplo um jornalista, blogueiro ou seu próprio cliente) parase concretizar. É exatamente por este motivo que este espaço traz credibilidade.

Existem várias possibilidades de convergência de mídias, como publieditoriais, promoção de conteúdo institucional e as próprias interações em redes sociais .

Para conquistar resultados na mídia e fortalecer a reputação de um serviço ou uma marca,  apostamos na construção de um discurso inspirador e na preparação dos porta-vozes da empresa para que se tornem fontes de informação respeitadas e requisitada.


O que faz a Assessoria de Imprensa

Relacionamento: cria e fortalece o relacionamento com formadores de opinião dos mercados de atuação das marcas com o objetivo de tornar a empresa ou organização reconhecida por seus atributos;
Engajamento: estabelece uma política de engajamento com processos sistemáticos de identificação, diálogo e comunicação com influenciadores e formadores de opinião;
Oportunidades de mídia: identifica oportunidades para fortalecer a imagem pública da empresa, gerindo suas informações de forma estratégica no contexto midiático, alinhando os interesses da empresa com o da mídia local e nacional;
Capacitação de porta-vozes: prepara os porta-vozes de uma marca para o relacionamento com a imprensa e para o uso de mensagens-chave (Key-messages) que fortaleçam a marca em entrevistas;
Riscos de imagem: identificar e medir impacto de possíveis riscos de imagem para reputação de uma marca.


Ferramentas utilizadas
- Release
- Produção de Press Release
- Agendamento
- Agendamento de entrevistas
- Gerenciamento
- Gerenciamento de sala de imprensa no site do cliente
- Coletiva ou Roda de imprensa
- Realização de eventos para a imprensa
- Encontros de editores
- Encontros pessoais com editores

FONTES: 
http://5seleto.com.br/o-que-e-inbound-marketing/?tho_click=1
http://marketingdeconteudo.com/o-que-e-inbound-marketing/
http://www.academiadomarketing.com.br/marketing-nas-redes-sociais/
http://marketingdeconteudo.com/marketing-de-conteudo-nas-redes-sociais/

Livros:
BOONE, Louis E. Marketing Contemporâneo.
PIZZINATO, Nadia Kassouf. Planejamento de Marketing e Midia.
TORRES, Claudio. A Biblia do Marketing Digital.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Evangelizar é comunicar

A Igreja existe para evangelizar. Ela anuncia, por palavras e ações, Jesus Cristo, que enche nossos corações e nos impele a evangelizar. Jesus atrai a si os homens de cada geração, convocando a Igreja a anunciar o Evangelho, com um mandato que é sempre novo. Hoje, é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor de uma nova evangelização, para redescobrir a alegria de crer e o entusiasmo de comunicar a fé.

O caminho da comunicação na Igreja
A Igreja no Brasil vem refletindo sobre a ação evangelizadora como prática de comunicação. Exemplos: a vivência e o exercício da comunicação na vida das comunidades, nas ações pastorais dos organismos especializados e nos documentos produzidos produzidos nas últimas décadas:

Comunicação para a Verdade e Paz (Campanha da Fraternidade - 1989),

Comunicação e Igreja no Brasil (1994),

Objetivo do Diretório de Comunicação
O Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil tem como objetivo motivá-la a atualizar e aprofundar os conhecimentos e referências, tanto de seus pastores quanto de seus fiéis sobre a natureza e a importância da comunicação para a vida da comunidade eclesial, nos processos de evangelização e no diálogo com a sociedade, tendo presentes as mudanças pelas quais o mundo vem passando, entre as quais se encontra o avanço acelerado das tecnologias.


O caminho da Pastoral da Comunicação
O documento é composto por dez capítulos e motiva a Igreja a ampliar suas relações com a comunidade humana, visando uma "cultura do encontro", como foi proposto pelo Papa Francisco. Um caminho já apontado pelo Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965), através do Decreto Inter Mirífica (1963).

A quem se destina o Diretório?
O documento destina-se - mas não só a eles - aos responsáveis pela formulação e pela condução das práticas de comunicação nos diferentes âmbitos da vida eclesial e nas relações da Igreja com a sociedade. Os conteúdos dos diferentes capítulos servem como base para a formação de sacerdotes, religiosos e leigos que, através de uma linguagem simples e apropriada, fortaleçam a Pastoral da Comunicação em todos os seus níveis e projetos.

O momento é de mudanças
O Diretório chega no momento em que a Igreja é interpelada pelas mudanças trazidas à sociedade contemporânea pela revolução digital, tema já tratado com vigor pelo então Papa Bento XVI. A comunicação é entendida como um processo social, a serviço das relações humanas, favorecendo a comunhão e a cooperação entre as pessoas. Tanto os tradicionais meios de comunicação social quanto as novidades trazidas pelo mundo da internet devem promover uma cultura de respeito, diálogo e amizade.

Educar para a comunicação
A comunicação é vista como uma prática que incide na vida das pessoas e, por isso, necessita ser objeto de reflexão pessoal. É essencial educar as novas gerações para a convivência com o mundo da comunicação. A Pastoral da Comunicação precisa ser priorizada nos planos de ação da Igreja, em todas as suas instâncias.

O foco do Diretório
O Diretório oferece uma visão orgânica de como os processos de comunicação e suas tecnologias se fazem presentes no dia a dia da sociedade contemporânea. Igualmente, lança um olhar sobre a Igreja, uma instituição complexa em sua estrutura e em suas múltiplas ações, animadas por um mesmo e grande ideal, que é a mística missionária da "Igreja 'em saída'". O Diretório aspira que todas as pessoas , setores ou organismos vinculados à Igreja não se sintam alheios ao grande plano de comunicação.

Atenção especial
Merecem atenção especial os processos comunicativos que envolvam as crianças e os jovens como membros ativos da sociedade e da Igreja. É importante adotar procedimentos educomunicativos que favoreçam às novas gerações uma aproximação dos meios e recursos da informação. A comunicação que emerge das comunidades necessita ganhar reconhecimento por parte dos pastores.

O processo da Pastoral de Comunicação
O Diretório entende a Pastoral da Comunicação como um processo dinâmico, dialógico, interativo e multidirecional. Os frutos serão colhidos com o tempo, e com a ajuda de toda a Igreja. Todas as dioceses, paróquias, pastorais, movimentos e mídias católicas podem ter o Diretório e estudá-lo (confrontando suas proposições com a realidade local e definindo os tipos de intervenções necessárias para solucionar as questões levantadas).

A comunicação é um dom a ser partilhado

Comunicação é relação; relação é comunicação (...)

A pessoa humana é movimento de ser com, estar com, isto é, está em relação; é relacionada. Ela não é isolada, estática, mas movimento de ir ao encontro de e deixar vir ao encontro. Por ser  relação com, é vir-a-ser; um con-crescer. (...)
A comunicação é uma doação, uma entrega, um dom.
Evangelizar é comunicar a boa nova. (...)
O "fazer chegar ao coração do outro o que está no meu" pode ser expresso de múltiplas formas, meios.(...)
Existe um verdadeiro entusiasmo com os novos meios de comunicação, especialmente o digital.
E, o secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich, na sua apresentação ao Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, lança esta pergunta: "é possível estabelecer uma relação com a 'Palavra que habita entre nós' e com aqueles que vivem da Palavra?"
Este espaço quer nos ajudar na reflexão e concretização da Pastoral da Comunicação em nossas comunidades e grupos.